O Líbano está em perigo, mas ainda há esperança,
afirmou hoje o líder da Liga Árabe antes de dar início a mais uma
rodada de conversações com facções opositoras libanesas sobre um novo
plano árabe para resolver a crise política do país. O secretário-geral
da Liga Árabe, Amr Moussa, chegou a Beirute para apresentar o plano,
endossado por unanimidade pelos chanceleres árabes no sábado no Cairo,
que pede a eleição do comandante do Exército, general Michel Suleiman,
para a presidência do país, a formação de um governo de união nacional
e a adoção de uma nova legislação eleitoral.


O Líbano está em perigo, mas ainda há esperança,
afirmou hoje o líder da Liga Árabe antes de dar início a mais uma
rodada de conversações com facções opositoras libanesas sobre um novo
plano árabe para resolver a crise política do país. O secretário-geral
da Liga Árabe, Amr Moussa, chegou a Beirute para apresentar o plano,
endossado por unanimidade pelos chanceleres árabes no sábado no Cairo,
que pede a eleição do comandante do Exército, general Michel Suleiman,
para a presidência do país, a formação de um governo de união nacional
e a adoção de uma nova legislação eleitoral.

"O Líbano está em perigo, mas a salvação é
possível. Isto é uma responsabilidade libanesa, assim como em primeiro
lugar uma responsabilidade árabe", disse Moussa a repórteres no
aeroporto de Beirute antes de partir para conversações com o presidente
do parlamento, Nabih Berri, da oposição pró-síria. Moussa mostrou-se
otimista quanto à resolução do impasse na eleição presidencial, agora
em seu segundo mês, destacando que a proposta da liga tem o apoio
árabe, regional e internacional. "Viemos com otimismo e esperança. A
iniciativa (árabe) é clara e vamos começar a trabalhar imediatamente
porque temos pouco tempo e queremos salvar a situação no Líbano", disse.

Por
seu lado, o rei da Jordânia, Abdullah II, aplaudiu o plano árabe depois
de um encontro hoje em Amã com o primeiro-ministro libanês, Fuad
Siniora. "O plano para resolver a crise libanesa e superar as
repercussões do vácuo político é um passo na direção certa", afirmou o
rei. Líderes das conflitantes facções políticas libanesas, como Siniora
e Berri, têm expressado apoio ao plano, assim como o grupo islâmico
Hezbollah, que lidera a campanha de oposição contra o governo de
Siniora.

Fonte: Último Segundo

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